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claudio humberto
23.Janeiro.2021

Mentiras ignoradas

As notícias sobre “problemas” com a China e a Índia eram fake news. Ambas foram desfeitas por declarações do governo chinês e do dono da Sinovac e pela liberação das vacinas indianas. Mas as mentiras serão outra vez ignoradas pelas “agências de checagem”. Eles se protegem.


Derrota imprevista

O STF fez história com a recusa do ministro Ricardo Lewandowski, quinta, de afastar o ministro Eduardo Pazzuelo (Saúde). A liminar era do partido Rede, aquele que curiosamente ganha (quase) todas no tribunal.


Parceria notória

O slogan do deputado Marcel van Hattem (Novo-RS) na disputa pela presidência da Câmara prevê “+ independência”. Adversários ironizam dizendo que “essa parte ele precisa combinar com o STF e o Rede”.


Abuso no poder

O deputado Major Vitor Hugo (PSL-GO) conta que Rodrigo Maia criou muitas dificuldades para que a maioria da bancada do PSL exercesse o direito de apoiar Arthur Lira para a presidência da Casa.


Variante boris

O primeiro-ministro mala do Reino Unido, Boris Johnson, apontou o dedo para uma suposta “variante brasileira” para desviar o foco da sua própria variante, que segundo a OMS, já foi identificada em dezenas de países.


Turma do atraso

O esforço de sindicalistas em prolongar a folga decorrente do isolamento vai gerar sequelas duradouras na sociedade. Segundo pesquisa da FGV, na educação o retrocesso no aprendizado será de até quatro anos.


Era só um factoide

Após o embaixador chinês dizer a Rodrigo Maia que são técnicas e não políticas as dificuldades para liberar os insumos para vacina, caiu a ficha: tudo não passou de fake news. Ou factoide, como esta coluna preveniu.


Ataque de nervos adiado

Os diplomatas brasileiros adoraram o texto do presidente Jair Bolsonaro saudando, na medida certa, o presidente americano Joe Biden. A demora nesse gesto os deixou à beira de um ataque de nervos.


Espumando de ódio

O eterno candidato derrotado a presidente Ciro Gomes (PDT) prega a “prisão” de Bolsonaro em razão das vítimas da covid. Não disse o que pensa dos governantes da Itália, Reino Unido, Espanha, França, Suíça e Argentina, que proporcionalmente registram mais mortos que o Brasil.


Internet aceita tudo

Um site de notícias publicou na terça que o “Itamaraty admite falha no trato com Índia e China”. O ministério, no entanto, não se pronunciou. Quem admitiu? “Um diplomata” cuja identidade não foi revelada. Ah, bom.


Oportunismo rastaquera

Enquanto políticos oportunistas elogiavam os países que começavam a vacinação, mesmo com poucas doses (300, na Argentina) as críticas ao Brasil já começaram por serem “apenas 6 milhões de doses”.


Política da esperteza

Enquanto insulta Bolsonaro, o governador João Doria evita explicações sobre a explosão de casos de covid em São Paulo e a defesa do “passa-moleque” do seu aumento de impostos em plena pandemia.


Privacidade pela janela

O Marco Civil da Internet virou lei há apenas seis anos, para garantir – principalmente – o direito à privacidade dos usuários. Agora, o deputado Nereu Crispim (PSL-RS) propõe mudar a lei para obrigar o registro, com verificação de CPF e até coleta de biometria (impressões digitais).


Pensando bem...

...teve governador pensando mais na foto que na imunização.


Maia fez 882 voos pela FAB

O presidente Bolsonaro denunciou o uso abusivo de aviões da Força Aérea Brasileira (FAB) ao acusar o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, de usar jatinhos na campanha em favor do seu candidato à sucessão, Baleia Rossi. Presidentes de Poder podem requisitar jatinhos da FAB, mas Maia usa a mordomia sem dó: 882 vezes desde que assumiu, segundo dados do Comando da Aeronáutica aos quais esta coluna teve acesso. Desde dezembro, mês que iniciou o recesso, foram 25 voos.


Aeromaia

Ele realizou 140 voos com jatinhos da FAB em plena pandemia de 2020. Em 2019 foram 250; em 2018, 198. Em 2017, 211. E em 2016, 79.


Será uma surpresa

Um senador aliado de Rodrigo Pacheco (DEM-MG) está preocupado. “Ele não faz ideia dos compromissos que Davi Alcolumbre assumiu em nome dele”, disse, referindo-se à campanha para presidente do Senado.



:: Poder sem pudor


É grande demais

Certa vez, nos tempos de televisores de tubo, o falecido ex-deputado Luís Eduardo Magalhães fingiu irritação quando soube que o então deputado Heráclito Fortes (então PFL), peso-pesado do Piauí, fora destacado para o programa eleitoral do partido na tevê.

“Por que a irritação?”, indagou o senador José Jorge (PE), entrando na brincadeira. Luís Eduardo explicou: “O povo brasileiro só tem televisão de 20 polegadas e o Heráclito só cabe nas de 29 polegadas...”


# Coluna do jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder

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morena fm

 

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