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22.Dezembro.2018

Time do Grapiuna terá apoio milionário da Adilis

em 2019 e nos quatro anos seguintes, visando subir de nível e chegar à Série C do Brasileirão. O contrato está sendo discutido com a Adilis, envolvendo R$ 3 milhões e uma futura mudança do nome para Barcelona do Nordeste.

O Grapiuna fui fundado há 22 anos por José Inácio Damasceno e hoje tem como presidente Alvaro Almeida de Castro, que nasceu em Camacan mas hoje tem título de cidadão itabunense. Ele assumiu o clube em 2013 e disputou a Série B do baiano, sem sucesso.

Na história do clube houve três clássicos “Grapita”, como a imprensa esportiva chamou o confronto entre o Grapiuna Atlético Clube e o Itabuna Esporte Clube. O GAC venceu o último por 2x1, depois de empatar os outros dois em 1x1.

A Adilis foi responsável pelo melhor desempenho do Colo Colo, de Ilhéus, no início de 2018, quando o time não subiu para a Série A por apenas um ponto. O projeto, que fez muito sucesso, acabou por desinteresse da atual diretoria.

Case premiado

O bom desempenho na segunda metade do Campeonato Baiano Série B e a gestão inovadora promovida pela Adilis no clube deram ao Colo Colo 5 trofeus na premiação da Federação Baiana de Futebol, além de 10 indicações.

O empresário Weliton Nascimento afirmou, na premiação, que estava “muito orgulhoso da nossa equipe, da torcida maravilhosa e dos parceiros. Não foi fácil, enfrentamos muitas batalhas, a desconfiança de alguns, a sabotagem de outros, mas deixamos um legado”.

“Nós mostramos que os clubes de futebol podem ter as contas em dia, levar alegria para a torcida e ajudar em projetos sociais trabalhando com dedicação”, afirma Weliton, responsável pelo projeto da Adilis. Ele foi eleito o Melhor Dirigente de clube da temporada.

Ao anunciar o prêmio, o locutor da festa fez questão de destacar que o Colo Colo pagou os salários e todos os benefícios dos jogadores em dia, coisa rara senão única no estado. Mas o projeto obrigou Weliton a uma maratona de voos entre São Paulo, onde mora, e Ilhéus.

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