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claudio humberto
22.Junho.2024

Menos mortes com Bolsonaro

Grupos tidos como minoritários, ativistas da “lacrolândia” contra políticos conservadores, têm as menores taxas de homicídios da série histórica do Atlas da Violência. Em 2022, último ano da gestão Jair Bolsonaro, foram 21,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil indígenas. Foi o menor índice. A segunda melhor marca é de 2019: 23,9 por 100 mil, também no governo do ex-presidente. Os maiores picos de homicídios de indígenas ocorreram no governo Dilma Rousseff (PT): 61,5 (2014) e 60,5 (2013).


Mulheres morreram menos

As menores taxas de homicídio de mulheres são de 2019, 2021 e 2022, anos Bolsonaro: 3,5. A maior, 4,7 é sob Dilma (de 2012 a 2014). A menor ocorrência de homicídios de negros também se deu de 2019 a 2022, oscilando entre 29,0 e 32,2. Os picos: 2016 (40,2) e 2017 (43,1).


Jovens mais seguros

Entre 2019 e 2022, homicídios de jovens caíram aos menores índices e chegou em 46,4 por 100 mil em 2019. Em 2017, sob Michel Temer, 72,4. Os quatro anos com menores números de homicídios por arma de fogo foram também entre 2019 e 2022. Os dois maiores são de 2016 e 2017.


Hipocrisia 8.0

Após empunhar a bandeira do MST e fazer pose de pobre, Chico Buarque celebrou o aniversário em seu apartamento na Île Saint-Louis, o metro quadrado mais caro de Paris, onde só vivem multimilionários.


Cardápio petista

O PT da Bahia já reservou duas disputadas vagas para o ex-governador e atual ministro Rui Costa (Casa Civil) em 2026: voltar ao governo ou disputar o Senado. Haddad adorou: nada sobre disputar o Planalto.


Alexandre Pinóquio

Um perplexo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) foi direto ao ponto: “Nem Pinóquio teria tanta cara de pau assim”, após o ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) dizer que Lula acabou com a gastança.


Aliados querem escantear PT

O plano do PT de registrar candidaturas em todas as capitais, nas eleições deste, ano virou dor de cabeça para prefeitos que preferem não colar a imagem no partido de Lula. Em Recife (PE), João Campos (PSB) vive às turras com os petistas e deve oferecer a cadeira de vice ao PCdoB ou ao MDB, apesar da pressão da presidente do PT, Gleisi Hoffmann. Campos não confia nos petistas e tem como favorito Victor Marques Alves (PCdoB), ex-chefe de gabinete de antigo elo ao PSB.


Antes só...

Eduardo Paes (PSD), prefeito do Rio, reduto eleitoral de Jair Bolsonaro, sabe que dobradinha com o PT não corre o risco de dar certo. Em São Paulo, é o inverso. É o PT que reluta em assumir chapa com Guilherme Boulos (Psol). Há até apoio velado a Ricardo Nunes (MDB).


Sem ter o que fazer

Sem temer o ridículo, o PT entrou na Justiça contra o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, por “articulação política”. Faltou explicar que os indicados de Lula votaram pela manutenção da Selic.


Mentira como ‘prova’

A deputada Silvia Waiãpi (PL-AP), cassada pelo TRE-AP, diz que não fez harmonização facial com dinheiro de campanha. A parlamentar diz que o recibo é falso e que não fez tratamento dentário e nem harmonização.


UB trabalha contra a CPI do Arrozão

Partido com três ministérios na Esplanada, o União Brasil entrou em campo para tentar evitar a criação, na Câmara dos Deputados, da CPI do Arrozão, proposta para investigar acusações de corrupção em torno do leilão do governo Lula (PT) para comprar arroz, após as enchentes no Rio Grande do Sul. Parlamentares apontam pressão contra a instalação da CPI até mesmo de Elmar Nascimento (União-BA), um dos principais nomes para substituir Arthur Lira na Presidência da Câmara.


Chantagem palaciana

O Planalto parece mesmo em pânico. O deputado Evair de Mello (PP-ES), que preside a Comissão de Agricultura, denunciou a ameaça do governo de não pagar emendas dos que apoiarem a CPI do Arrozão.


Governo tarja preta

Causa espanto a compra de remédios controlados para abastecer a farmácia do Planalto e as malas das viagens presidenciais. Mais de R$174 mil em drogas tipo alprazolam, diazepam, gardenal e até o antipsicótico haloperidol, espécie de camisa-de-força química.


Dúvida cruel

Drogas controlados geram a dúvida que atormentará o País: como saber se decisões do governo Lula terão sido adotadas após ingestão de remédio tarja preta ou em crise de abstinência, no seu esquecimento?


Tarja preta preocupa

No começo gerou piadas, na oposição, a megacompra pelo Planalto de remédios tarja preta, mas já virou apreensão. Deputados agora dizem entender por que Lula fez declarações “tão desconectadas da realidade”.


Dedos-duros digitais

Senadores custam a acreditar que o Supremo Tribunal Federal (STF) de um País cuja Constituição protege a liberdade de expressão, decidiu gastar R$300 mil contratando uma empresa que monitore e dedure, devidamente identificados, críticos de decisões e dos ministros.


Promessa é ressaca

Jair Bolsonaro lembrou que Lula prometeu ponto final na guerra na Ucrânia “tomando uma cervejinha” com Volodymyr Zelensky e Vladimir Putin. “Parece que faltou cerveja no botequim do PT”, ironizou.


Lula tentou tomar Teatro Nacional

O governo Lula (PT) tentou impor uma humilhação a Brasília que o governador Ibaneis Rocha (MDB) considerou inaceitável. O caso se deu quando o governo do DF solicitou financiamento para ajudar na reforma do Teatro Nacional, abandonado e fechado desde o governo de Agnelo Queiroz (PT). Mas o financiamento foi condicionado pelos petistas à entrega do Teatro, muito querido e representativo de Brasília, à gestão do governo federal. Ibaneis decidiu fazer a reforma com recursos próprios.


Frase premonitória

O genial Roberto Campos sabia bem o que a turma dos “heterodoxos” representava para o País: “Ou o Brasil acaba com economistas da Unicamp ou os economistas da Unicamp acabam com o Brasil”.


Pena mais dura

O autor do PL do Aborto, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), tem solução para que a pena de estupradas que fizerem o aborto após 22 semanas não seja maior que a do estuprador: basta aumentar a pena para o criminoso.


Primeiro da lista

Ao defender a liberdade de expressão, o senador Rogério Marinho (PL-RN) pregou o combate à desinformação, mas lembrou, “Fake news não é crime. Se fosse, Lula deveria ser o primeiro a ser denunciado”.



:: Poder sem pudor


Criatividade no palanque

Como todo político, Adhemar de Barros também confundia os nomes das cidades, depois de percorrer várias delas em um mesmo dia, durante campanha eleitoral. Mas sempre se saía bem.

Certa vez, candidato a governador, num comício em Batatais, ele trocou as bolas ao saudar a plateia: “Povo de Bebedouro!...” Um assessor sussurrou o equívoco no seu ouvido, mas Adhemar seguiu adiante:

“Eu sei que estou em Batatais. O que eu digo é: povo de Bebedouro que visita Batatais...”


# Coluna do jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder

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